
Dignidade da Vida

O documento reafirma a noção biblica da dignidade da vida humana e da "luta pela proteção dos fracos e vulneráveis" na perspectiva que a "resposta cristã ao problema da gravidez problemática é para todos nós amarmos e cuidarmos da mãe e sua criança".
A declaração refere ainda uma preocupação forte com o genocidio e limpeza étnica que tem se verificado em muitos lugares do mundo bem como tudo aquilo que ataca a dignidade do ser humano e a santidade da vida.
Casamento

Segundo o documento é necessario parar com a "glamorização da promiscuidade e infidelidade e restaurar entre o povo o senso de profunda beleza, mistério e santidade do amor marital fiel".
"O impulso para redefinir casamento de modo a reconhecer casamento entre pessoas do mesmo sexo e com parceiros múltiplos é um sintoma da erosão da cultura de casamento... reconhecemos que há aqueles que são dispostos à homosexualidade e relações múltiplas, assim como há gente disposta à outras formas de conduta imoral. Temos compaixão dos que têm estas disposições; respeitamos os seres humanos como possuindo uma dignidade profunda.... estamos com eles mesmo quando falham. Nós, como eles, somos pecadores e necessitamos da paciência, amor e perdão de Deus... nossa rejeição do pecado, embora resoluta, não deve se tornar em rejeição do pecador".
Dito isto, a declaração reconhece que existem divergências quanto a este ponto, mas rejeita a possibilidade de que outras definições de casamento sejam neutras para a sociedade, logo "é por amor (não ânimo) e preocupação com o bem comum (não preconceito) que nos empenhamos em lutar incessantemente para preservar a definição legal de casamento como a união de homem e mulher e para reconstruir uma cultura de casamento".
Liberdade Religiosa

A declaração reafirma a posição cristã de respeitar e obedecer as autoridades mas refere que as leis existem para servir à justiça e ao bem comum. Sendo assim, leis injustas minam a sociedade e o bem comum.
Baseados no compromisso de sempre dos cristãos, de não comprometer sua proclamação do evangelho começando com Atos 4 ! Este texto lembra que a desobediencia civil não só é permitida, mas por vezes, torna-se obrigatória! Citando as cartas da prisão de Birmingham de Martin Luther King Jr, a declaração termina afirmando que não aceitaremos editos cujo propósito seja "compelir as nossas instituições a participação de abortos, pesquisa que destruam embriões humanos, suicídio assistido ou eutanásia, nem nos dobraremos às leis que queiram nos forçar a abençoar parcerias imorais, tratá-las como casamentos ou equivalentes e refrearmos a proclamação da verdade como a conhecemos sobre a moralidade, imoralidade, casamento e família".
A todos aqueles que clamavam por uma reação digna dos cristãos digo que agora é o momento de nos manifestarmos e respondermos aos que menosprezam e tentam refrear nossa fé e nossas liberdades.
O texto foi subscrito por 152 lideres religiosos que incluiram reitores e professores universitários, pastores de igrejas evangélicas, arcebispos católicos e primazes ortodoxos. Dos nomes mais conhecidos entre os batistas estarão J.I Packer, Josh MacDowel, Phil Maxwell. Jack Graham e James Dobson.
Para leitura da Declaração de Manhattan ou para subscrevê-la acessar: http://www.manhattandeclaration.org/
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